sábado, 25 de maio de 2013
O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas celebra-se anualmente a 25 de Maio. Em Portugal, o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas celebrou-se pela primeira vez, a 25 de Maio de 2004, por iniciativa do Instituto de Apoio à Criança. A celebração da data teve origem no facto de no dia 25 de Maio de 1979 ter desaparecido Ethan Patz, uma criança de 6 anos de Nova Iorque. Nos anos seguintes, pais, familiares e amigos reuniram-se para assinalar o dia do seu desaparecimento e, em 1986, no dia 25 de Maio, o ex-presidente dos Estados Unidos da América, Ronald Reagan, decidiu dedicar o dia a todas as crianças desaparecidas. Portugal foi um dos primeiros países a ter operacional o número de alerta para casos de desaparecimentos de crianças - 116 000. O Instituto de Apoio à Criança (IAC) é o instituto responsável pela gestão da linha. A linha 116 000, criada por decisão da Comissão Europeia, é um número gratuito que está operacional 24 horas por dia e que conta com a colaboração de profissionais especializados que trabalham com organizações não-governamentais. As organizações que intervêm nesta área adotaram como símbolo a flor de miosótis (em inglês "forget me not"
sexta-feira, 17 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Brincar ao ar livre ajuda a proteger visão das crianças
As crianças que passam mais tempo a brincar ao ar livre têm menos probabilidade de vir a sofrer de perda de visão. A conclusão é de dois novos estudos internacionais, publicados recentemente na revista científica Ophthalmology, que vêm dar mais força ao crescente conjunto de investigações que dão conta da importância da luz do sol na prevenção dos problemas oculares.
Os cientistas ainda não conseguiram desvendar a que se deve esta importância e, até hoje, muitos acreditaram que a perda de visão era uma patologia hereditária, mas os novos estudos têm vindo a comprovar a relevância de outros fatores, nomeadamente da exposição solar, na sua prevenção.
Embora, frequentemente, haja, de facto, uma predisposição genética, os investigadores estão agora a focar-se nos fatores ambientais. Um grupo de cientistas do Taiwan levou a cabo um estudo envolvendo 333 estudantes que passavam os intervalos das aulas ao ar livre, utilizando cerca de 80 minutos do seu tempo para brincar na rua.
Os níveis de visão destas crianças foram, depois, comparados com as de uma escola vizinha, onde os alunos não tinham necessariamente de passar os tempos livres no recreio.
Os resultados mostraram que foram menos as crianças do primeiro grupo - ou seja, as que passaram mais tempo ao ar livre - que perderam a qualidade da visão, ao passo que o problema se mostrou mais comum entre os alunos do grupo de controlo, o que leva os cientistas a recomendar mais tempo em contacto com a natureza.
De acordo com a equipa do Kaohsiung Chang Gung Memorial Hospital, no Taiwan, coordenada por Pei-Chang Wu, é, assim, recomendável que as escolas primárias acrescentem ao horário intervalos frequentes para que os alunos possam estar em contacto com a Natureza, bem como atividades realizadas fora do edifício escolar, com vista à proteção da sua visão e a um bom desenvolvimento ocular.
"Uma vez que as crianças passam muito tempo na escola, uma intervenção feita ao nível escolar [como, por exemplo, a introdução de intervalos ao ar livre] é uma forma direta e prática de atacar a prevalência crescente da miopia", explicou o autor principal do estudo.
Exposição à luz natural reduz incidência da miopia
Um outro estudo realizado pela Sun Yat-sen University, na China, ajuda a corroborar estes resultados. A equipa daquela instituição universitária, liderada por Dongmei Cui, analisou dados recolhidos através de um ensaio clínico feito em 2005 com 235 crianças de uma escola dinamarquesa que apresentavam problemas de visão.
Os participantes foram divididos em sete grupos, cada um dos quais representava uma época diferente do ano, visto que as horas de sol variam muito significativamente na Dinamarca - de sete no Inverno para cerca de 18 no Verão.
As crianças foram também submetidas a testes oculares e os especialistas constataram que aquelas que passaram menos tempo sob a luz solar tiveram uma maior progressão das patologias oculares, nomeadamente da miopia, do que as que tiveram mais acesso à luz.
"Os nossos resultados indicam que a exposição à luz do dia ajuda a proteger as crianças da miopia e da sua progressão", afirmou Dongmei Cui. "Os pais devem encorajá-las, por isso, a passar mais tempo ao ar livre", recomendou, acrescentando que, quando tal é impossível, utilizar, dentro de casa, lâmpadas com focos idênticos à luz natural poderá ser uma boa solução.
@Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil Sirva quantidades pequenas, pois geralmente são mais apelativas para as crianças. É preferível apresentar um prato com porções pequenas que geralmente a criança quererá repetir, do que servir um prato muito cheio, que a criança tenderá a rejeitar... Experimente!
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